terça-feira, 19 de outubro de 2010

Hipofagin

Hipofagin (Anfepramona)

Bula do Medicamento

A anfepramona é um fármaco inibidor do apetite, ele age estimulando no cérebro o cetro da saciedade, suprimindo assim o apetite.
Pode ser encontrado em comprimidos de 25 mg ou de liberação lenta de 75 mg. Sua toma deve ser feita uma hora antes das refeições.

Indicações 

Obesidade (tratamento adjunto)

Efeitos colaterais

Alteração do desejo sexual; alteração do paladar; arrítmiacardíaca; hipertensão arterial; aumento das mamas;boca seca; cólica abdominal; descontrole da mesntruação; diarréia; diminuição da concentração; distúrbio urinário; dor de cabeça; dor no peito; fraqueza mpotência; náusea; nervosismo; irritabilidade; manifestação depressiva; tontura; urticária; visão borrada.

Contra-indicações

Alcoolismo crnico; arterioscleros; doença cardiovascular; isquemia cerebral; glaucoma; estados de agitação; hipertensão moderada a grave; hipertiroidismo; fistória de abuso de drogas; uremia; psicose. Gravidez risco B e amamentação.

sábado, 16 de outubro de 2010

Preço medicamento

http://www.drogariacisne.com.br/cloridrato-de-sibutramina-15mg-c-30-comprimidos-revestidos-generico.html


http://www.divicity.com/portal/index.php/brasil/saude/1846-3-dos-4-remedios-para-emagrecer-mais-consumidos-podem-causar-dependencia.html

Redufim - Quitosana

O que é Redufim Quitosana ?

O Redufim Quitosana é um produto para emagrecer que tem como base a quitosana. Suspeita-se que quitosana teria a capacidade de diminuir a absorção das gorduras na dieta pelo organismo a ligar-se a elas. Assim, o Redufim Quitosana poderia auxiliar o emagrecimento ao diminuir a quantidade de calorias absorvidas pelo organismo. 
Para maiores benefícios, recomenda-se o uso do Redufim Quitosana antes da refeições em conjunto com dieta hipocalórica e atividade física regular.

O que é quitosana ?

A quitosana é uma fibra natural solúvel derivada da quitina, a qual é retirada dos exoesqueletos de crustáceos como camarão, lagosta e caranguejo. Quitosana tem carga elétrica positiva e é usada com diversos fins comerciais e possíveis utilizações biomédicas, incluindo o emagrecimento.

Possíveis benefício à saúde da quitosana contida no Redufim Quitosana

A quitosana contida no Redufim Quitosana tem sido bastante propagada como um suplemento revolucionário para emagrecer. Porém, deve-se ter cautela e separar o que é teoria e o que é cientificamente comprovado. Atualmente é geralmente aceito que fibras alimentares solúveis, como a quitosana, aumentam a viscosidade gastrintestinal e retarda o esvaziamento gástrico. Quitosana especificamente tem mostrado diminuir a digestibilidade das gorduras e conseqüentemente reduzir os níveis de colesterol no organismo. Os mecanismos pelos quais a quitosana consegue esses efeitos ainda não são completamente compreendidos.

Recomendações no uso do Redufim Quitosana
Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade, consultem médico e/ou nutricionista. Consumir este produto conforme a Recomendação de Ingestão Diária constante da embalagem. Pessoas hipersensíveis a peixe e a produto de pesca devem evitar o consumo deste produto.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Anfepramona

O que é dietilpropiona ou anfepramona ? A dietilpropiona, também conhecida como anfepramona ou benzoiltrietilamina, é um anorexígeno bastante utilizado em fórmulas para emagrecimento, sendo uma das substâncias mais utilizadas no Brasil para tratar a obesidade. 

No momento, a dietilpropiona (anfepramona) é comercializada com os nomes de Dualid S, Hipofagin S e Inibex S. Sua atuação se dá inibindo o apetite do paciente ao agir sobre o sistema nervoso central. A dietilpropiona tem efeito psicoestimulante e potencial para causar dependência.

Abusos na utilização da dietilpropiona (anfepramona)
É importante saber que a dietilpropiona deve ser tomada apenas por um período limitado de tempo, pois têm potencial de causar dependência. Também já foi verificado que o efeito da dietilpropiona pode cair com o passar do tempo. Desta forma, a dietilpropiona trata a obesidade apenas a curto prazo, sendo fundamental que a pessoa desenvolva hábitos de alimentação e estilo de vida que favoreçam o emagrecimento para não recuperar o peso perdido quando parar de tomá-la. 

O paciente que está utilizando a dietilpropiona deve estar ciente que ela não é a cura mágica para a obesidade, mas sim um auxiliar no tratamento. A dietilpropiona deve ser utilizada com acompanhamento médico.

Contra-indicações e indicações
Ao indicar a dietilpropiona (
anfepramona) como auxiliar no combate à obesidade, o médico deve levar em consideração seu efeitos colaterais em potencial e avaliar se a utilização desse anorexígeno compensa em relação aos benefícios potenciais a serem obtidos pela perda de peso do paciente. A Anvisa, agência que regula os medicamentos no Brasil, classifica a dietilpropiona na lista de substância psicotrópicas anorexígenas.

Efeitos colaterais da dietilpropiona (anfepramona)Os efeitos colaterais potenciais da dietilpropiona são:
boca seca,
nervosismo,
insônia,
obstipação intestinal,
irritabilidade,
nervosismo,
ansiedade,
excitação,
tremores,
taquicardia,
hipertensão arterial.

Mazindol

O que é mazindol
O mazindol, que não é um derivado anfetamínico, é uma substância anorexígena inibidora de apetite que atua como auxiliar no tratamento da obesidade. Depois do femproporex, sibutramina e dietilpropiona, é um dos anorexígenos mais usados.

Há estudos que confirmam a eficácia do mazindol no tratamento da obesidade. Ele tem um efeito anoréxico mais prolongado que o femproporex e dietilpropiona, sendo um eficiente anorexígeno, porém seu uso deve ser restrito devido aos efeitos colaterais. No Brasil o mazindol é comercializado como Absten S, Dasten, Fagolipo e Moderine.

Abusos no uso do mazindol
O mazindol, devido aos efeitos colaterais em potencial, deve ser usado somente sob supervisão médica. A utilização do mazindol deve ser apenas a curto prazo como coadjuvante no tratamento da obesidade. Enquanto o paciente utiliza o mazindol deve ir adaptando-se a mudanças no seu estilo de vida e alimentação, que são as formas realmente eficientes de combate à obesidade a longo prazo. O mazindol nunca deve ser usado como uma fórmula mágica para curar a obesidade.

Contra-indicações e indicações

O mazindol é indicado nos casos em que os ganhos para a saúde do paciente decorrentes da perda de peso justifiquem os riscos de seus efeitos colaterais. Mazindol pode reduzir o nível de açúcar no sangue em diabéticos. 

Ao avaliar o risco verso benefício também deve ser levado em consideração se o paciente tem hipertensão ou alguma forma de psicose. A utilização do mazindol  é recomendada somente a curto prazo, sendo que após uso prolongado as doses devem ser reduzidas gradualmente.

Efeitos colaterais do mazindol

Os efeitos colaterais mais comuns do mazindol são:
boca seca,
obstipação intestinal,
depressão,
sensação de desconforto,
agitação
psicomotora
,
pânico
,
taquicardia,
nervosismo,
alteração do sono.

Dualid

O que é Dualid S?

O Dualid S é um remédio para emagrecer à base de cloridrato de anfepramona, o qual é um inibidor de apetite. Dualid S age no combate à obesidade a curto prazo diminuindo a vontade de comer do paciente. 
O Dualid S é um remédio auxiliar no combate à obesidade e deve ser usado por um curto período de tempo, no máximo 4 meses, devido ao seu potencial de causar dependência, seus efeitos colaterais e porque sua eficácia diminui com utilização prolongada.

Precauções no uso do Dualid S

O médico ao receitar Dualid S deve pesar os riscos desse remédio em relação aos benefícios de um emagrecimento mais rápido. Dualid S não deve em hipótese nenhuma ser usado sem orientação médica. O paciente deve informar ao doutor seu histórico médico e que remédios utiliza. Dualid S não deve ser tomado durante a gravidez e nem pode-se ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com esse remédio. Os esportistas devem saber que anfepramona poderá dar resultado positivo em teste antidoping.

Efeitos colaterais do Dualid S

As reações colaterais mais comuns ao Dulid S são: fraqueza, cansaço, insônia e dor de cabeça. O uso prolongado de Dulid S pode gerar dependência e alterações psíquicas sérias. Outros efeitos colaterais incluem: vertigem, nervosismo, irritabilidade, depressão, alteração no paladar, boca seca, vômito, náusea, diarréia, intestino preso, taquicardia, arritmia, hipertensão e hipotensão.

Contra-indicações do Dualid S

O Dualid S não deve ser usado durante a gravidez e amamentação. Pacientes com as seguintes condições também não devem usar Dualid S : arteriosclerose, hipertensão grave, problemas psiquiátricos, insuficiência renal ou hepática, adenoma da próstata, glaucoma, epilepsia e portadores de feocromocitoma. Dualid S também é contra-indicado para crianças, idosos e pessoas com tendência a abuso de álcool ou fumo. O Dualid S nunca deve ser usado sem orientação médica e o abuso do seu uso pode causar dependência.

Rivotril

Apresentação de Rivotril

Composição Princípio ativo: 5 - (o-clorofenil) - 1,3 - diidro - 7 - nitro - 2H - 1,4 - benzodiazepina - 2 - ona (clonazepam). Excipientes: Comprimidos de 0,5 mg: lactose, amido de milho, amido pré-gelatinizado, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho, talco, estearato de magnésio. Comprimidos de 2,0 mg: lactose, amido pré-gelatinizado, estearato de magnésio, celulose microcristalina. Comprimidos sublinguais de 0,25 mg: celulose microcristalina, manitol, amido glicolato de sódio e estearil fumarato de sódio. Gotas de 2,5 mg: sacarina sódica, ácido acético glacial, propilenoglicol, essência de pêssego.




Rivotril - Indicações

Distúrbio epiléptico Rivotril® está indicado isoladamente ou como adjuvante no tratamento das crises epilépticas mioclônicas, acinéticas, ausências típicas (pequeno mal), ausências atípicas (síndrome de Lennox-Gastaut). Rivotril® está indicado como medicação de segunda linha em espasmos infantis (síndrome de West). Em crises epilépticas clônicas (grande mal), parciais simples, parciais complexas e tônico-clônicas generalizadas secundárias, Rivotril® está indicado como tratamento de terceira linha. Transtornos de ansiedade Como ansiolítico em geral. Distúrbio do pânico com ou sem agorafobia. Fobia social. Transtornos do humor Transtorno afetivo bipolar: tratamento da mania. Depressão maior: como adjuvante de antidepressivos (depressão ansiosa e na fase inicial de tratamento). Emprego em síndromes psicóticas Tratamento da acatisia. Tratamento da síndrome das pernas inquietas Tratamento da vertigem e sintomas relacionados à perturbação do equilíbrio, como náuseas, vômitos, pré-síncopes ou síncopes, quedas, zumbidos, hipoacusia, hipersensibilidade a sons, hiperacusia, plenitude aural, distúrbio da atenção auditiva, diplacusia.


Contra-indicações de Rivotril

Rivotril® não deve ser usado por pacientes com história de sensibilidade aos benzodiazepínicos ou a qualquer dos componentes da fórmula, por pacientes com insuficiência respiratória grave ou com insuficiência hepática grave. Pode ser usado por pacientes com glaucoma de ângulo aberto, quando estão recebendo terapia apropriada, mas é contraindicado para glaucoma agudo de ângulo fechado.


Advertências

Considerando que Rivotril® causa depressão do SNC, os pacientes que estão recebendo esta droga devem ser advertidos quanto a realizar ocupações perigosas que requerem agilidade mental, como operar máquinas ou dirigir veículos. Também devem ser advertidos sobre o uso concomitante de álcool ou outras drogas depressoras do SNC durante a terapia com Rivotril® (vide item Interações medicamentosas). Em alguns estudos, até 30% dos pacientes apresentaram perda da atividade anticonvulsivante, frequentemente, dentro de três meses iniciais da administração. Em alguns casos, o ajuste de dose pode restabelecer a eficácia. Quando usado em pacientes nos quais coexistem vários tipos de distúrbios epilépticos, Rivotril® pode aumentar a incidência ou precipitar o aparecimento de crises tônico-clônicas generalizadas (grande mal). Isso pode requerer a adição de anticonvulsivantes adequados ou aumento de suas dosagens. O uso concomitante de ácido valpróico e Rivotril® pode causar estado epiléptico de pequeno mal. Recomenda-se realizar exames de sangue periódicos e testes da função hepática durante a terapia a longo prazo com Rivotril®. Rivotril® pode ser utilizado apenas com especial cautela em pacientes com ataxia cerebelar ou espinal, na eventualidade de intoxicação aguda com álcool ou drogas e em pacientes com hepatopatias graves (por exemplo, cirrose hepática). Rivotril® deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes com antecedentes de alcoolismo ou abuso de drogas. Uso concomitante de álcool / depressores SNC: o uso concomitante de Rivotril® com álcool e/ou depressores do SNC deve ser evitado. Essa utilização concomitante tem potencial para aumentar os efeitos clínicos de Rivotril®, incluindo, possivelmente, sedação grave, depressão cardiovascular e/ou respiratória clinicamente relevantes (vide item Interações medicamentosas). A interrupção abrupta de Rivotril®, particularmente naqueles pacientes recebendo terapia a longo prazo e em doses altas, pode precipitar o estado de mal epiléptico. Portanto, ao descontinuar Rivotril®, é essencial a descontinuação gradual. Enquanto Rivotril® estiver sendo descontinuado gradualmente, a substituição concomitante por outro anticonvulsivante deve ser indicada. Os metabólitos de Rivotril® são excretados pelos rins. Para evitar seu acúmulo excessivo, cuidados especiais devem ser tomados na administração da droga para pacientes com insuficiência renal. Rivotril® pode causar aumento da salivação e das secreções brônquicas em lactentes e crianças pequenas. Por isso, recomenda-se especial atenção para manter as vias aéreas livres. Isso deve ser considerado antes da administração do medicamento para pacientes que têm dificuldade para manipular as secreções. Por essa razão e pela possibilidade de depressão respiratória, Rivotril® deve ser usado com precaução em pacientes com doenças respiratórias crônicas. A dose de Rivotril® deve ser cuidadosamente ajustada às necessidades individuais em pacientes com doenças preexistentes do sistema respiratório (por exemplo, doença pulmonar obstrutiva crônica) ou hepáticas e em pacientes submetidos a tratamento com outros medicamentos de ação central ou agentes anticonvulsivantes (antiepilépticos) (vide item Interações medicamentosas). Intolerância à lactose: pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, de deficiência de Lapp lactase ou de má absorção glicose/galactose não devem tomar este medicamento. Porfiria: nos pacientes com porfiria, clonazepam tem que ser usado com cuidado, porque pode ter um efeito porfirogênico. Uso em pacientes deprimidos: Rivotril® deve ser administrado com precaução a pacientes que apresentam sinais ou sintomas de depressão, de maneira similar a outros benzodiazepínicos. Pacientes com histórico de depressão e/ou tentativa de suicídio devem ser mantidos sob rigorosa supervisão. Distúrbio epiléptico Relatórios recentes sugerem uma associação entre o uso de drogas anticonvulsivantes por mulheres com epilepsia e a incidência elevada de deficiência congênita nas crianças nascidas dessas mulheres. Os dados são mais abrangentes em relação à difenil-hidantoína e ao fenobarbital, mas esses também são os anticonvulsivantes prescritos mais comumente. Relatórios menos sistemáticos ou históricos sugerem uma possível associação similar com o uso de todas as drogas anticonvulsivantes conhecidas. Os relatórios que sugerem uma elevada incidência de deficiências congênitas em crianças nascidas de mulheres epilépticas tratadas com drogas anticonvulsivantes não podem ser considerados adequados para provar uma relação causa/efeito definitiva. Existem problemas metodológicos intrínsecos para a obtenção de dados adequados sobre teratogenicidade em humanos; também existe a possibilidade de outros fatores, por exemplo, fatores genéticos ou a própria condição epiléptica, que podem ser mais importantes que a terapia com medicamentos, em relação à causa de defeitos congênitos. A grande maioria das gestantes que recebem medicação anticonvulsivante gera crianças normais. É importante notar que as drogas anticonvulsivantes não devem ser descontinuadas em pacientes para os quais a droga é administrada para prevenir ataques epilépticos por causa da forte possibilidade de precipitar estados epilépticos, com hipóxia e risco de morte. Em casos individuais, em que a gravidade e frequência da disfunção epiléptica permitem a interrupção do medicamento sem que isso represente sério risco para a paciente, a descontinuação da droga pode ser considerada antes e durante a gravidez, embora não se possa dizer com confiança que mesmo ataques epilépticos moderados não possam representar perigo para o desenvolvimento do embrião ou do feto. Essas informações devem ser consideradas no tratamento ou aconselhamento de mulheres epilépticas com potencial para engravidar. A administração de doses elevadas no último trimestre da gestação ou durante o trabalho de parto pode causar irregularidade nos batimentos cardíacos do feto e hipotermia, hipotonia, depressão respiratória moderada e dificuldade de sucção no recém-nascido. Deve-se levar em consideração que tanto a gestação quanto a descontinuação do medicamento pode causar exacerbação da epilepsia. Recomendações gerais O uso de Rivotril® em mulheres em idade fértil deve ser considerado somente quando a situação clínica permita o risco. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas, quando for o caso Mesmo quando administrado do modo recomendado, o clonazepam pode causar lentidão de reações, de tal modo que a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas seja alterada. Esse efeito é agravado pelo consumo de álcool. Portanto, deve-se evitar dirigir, operar máquinas e exercer outras atividades que requeiram atenção, pelo menos nos primeiros dias do tratamento. A decisão sobre essa questão depende do médico e deve ser baseada na resposta do paciente ao tratamento e na dose recomendada ao paciente. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.



 


Sibutramina

O que é sibutramina ?

A sibutramina é um remédio para emagrecer e controlar o peso aprovado pela FDA (entidade norte-americana que regula medicamentos) em novembro de 1997. Sibutramina começou a ser comercializada em fevereiro de 2008 com o nome comercial de Meridia ®. Hoje em dia no Brasil a sibutramina é comercializada em remédios como Reductil ® e Plenty ®. Sibutramina funciona suprimindo o apetite.

Para quem sibutramina é indicada

Sibutramina ajuda a reduzir a ingestão de alimentos e é indicada para perda de peso e manutenção do tempo perdido quando usada em conjunto com uma dieta com redução de calorias. A sibutramina é indicada para pacientes cujo índice de massa corporal está acima de 30 (por exemplo, alguém com 1,70m de altura e 87 kg). A sibutramina também é indicada para pacientes cujo índice de massa corporal seja maior que 27 (por exemplo, alguém com 1,70m de altura e 79 kg) e que precise emagrecer por ter outros fatores de risco associados à obesidade, como diabetes.

Orientações para pacientes usando sibutramina

Pacientes tomando sibutramina devem sempre o fazer com orientação médica, e são encorajados a realizar mudanças no estilo de vida que também ajudem a emagrecer. Tais mudanças incluem elevar o nível de atividade física e melhorar os padrões de alimentação. Essas mudanças incorporadas nos hábitos de vida do paciente são necessárias para que ele não recupere o peso perdido após parar de tomar a sibutramina.

Efeitos colaterais da sibutramina

Os efeitos colaterais mais comuns associados à sibutramina são boca seca, dor de cabeça, constipação, e insônia. A sibutramina também pode aumentar levemente a pressão sanguínea de alguns pacientes. Desta forma, é recomendado que pessoas tomando sibutramina tenham a pressão sanguínea monitorada.

Contra-indicações da sibutramina

A sibutramina é contra-indicada para aqueles com pressão alta sem controle, histórico de derrame, doença cardíaca ou arritmia cardíaca.

Eficácia da sibutramina para emagrecer

Nos testes clínicos, pacientes em dieta com redução de calorias que tomaram 10 miligramas diárias de sibutramina emagreceram em média 4,5 kg em 1 ano, e aqueles que tomaram 15 miligramas perderam em média 6,35 kg no mesmo período. As pessoas na mesma dieta com redução de calorias que não tomaram sibutramina emagreceram em média 1,5 kg.

Dosagem da sibutramina recomendada pela bula

A bula dos medicamentos para emagrecer à base de sibutramina indica dosagem inicial recomendada de 10 miligramas por dia, podendo ser aumentada para 15 miligramas caso não ocorram resultados adequados. A dose deve ser reduzida para 5 miligramas por dia se for notada elevação na pressão sanguínea.